Publicado em: 04 de maio de 2026
Honestidade com os bens

Para: segunda-feira, 04 de maio de 2026

Texto: Êxodo 20.15

“Não roube.” (Êx 20.15)

Furto e roubo sempre foram muito comuns entre os povos. Ainda hoje é comum ver nos supermercados furtos de mercadorias, consumo de frutas sem pagar, troca de código de barras para pagar menos.

O teólogo Martinho Lutero escreveu que furtar é conseguir bens alheios de maneira injusta: “Furtar envolve todo tipo de vantagem, para desvantagem do próximo, em qualquer tipo de negócio. Furtar é um vício amplamente difundido e muito comum”. Será que de lá para cá melhorou? É claro que não!

Quando Deus deu o mandamento: “Não roube” (Êx 20.15), ele queria que todos fossem honestos e ajudassem o próximo com bens materiais. Cada pessoa pode ter seus próprios bens, comprando, fazendo trocas e recebendo de herança. Mas jamais usando a desonestidade como forma de obter bens.

Infelizmente, muitas pessoas não veem problema em subornar guardas e fiscais, superfaturar preços, desviar mercadorias ou dinheiro. Porém, para Deus isso é pecado e ele promete castigar quem age assim.

Ainda bem que Jesus foi despojado de suas posses e vestes e abriu mão de tudo que era dele para ser obediente a Deus até a morte de cruz. O furto que Jesus sofreu no Calvário é a fonte de nossa vida e a forma de recebermos perdão.

Vivendo a fé em Cristo, Deus nos ajuda a ter bens para usarmos em nosso benefício, para o bem do próximo e para a divulgação da sua Palavra. Nossa vida deve demonstrar o que o apóstolo Paulo escreveu: “A terra e tudo o que nela existe pertencem ao Senhor” (1Co 10.26).

Oremos: Senhor Deus, nós te agradecemos pelos bens materiais. Ajuda-nos a administrá-los para o nosso bem, para o bem do próximo e para a divulgação da tua Palavra. Em nome de Jesus. Amém.