Para: quinta-feira, 25 de junho de 2026
Texto: Hebreus 10.23–25
“Guardemos firmemente a esperança da fé que professamos, pois podemos confiar que Deus cumprirá as suas promessas.” (Hb 10.23)
Cristãos foram, muitas vezes, pressionados a abandonar sua fé. Às vezes, isso aconteceu por meio de perseguições violentas, outras por meios mais sutis. Por isso, o autor da Carta bíblica aos Hebreus alerta seus leitores: “Guardemos firmemente a esperança da fé que professamos, pois podemos confiar que Deus cumprirá as suas promessas” (Hb 10.23).
A esperança do cristão não é alicerçada em algo incerto, mas é uma esperança certa e segura porque quem fez a promessa é fiel. Que promessa é essa? A promessa de que somos salvos pela fé em Jesus, pois ele cumpriu todas as exigências da lei de Deus em nosso favor e pagou toda a dívida de nossos pecados com seu sofrimento e morte.
No século dezesseis, cristãos que seguiam o teólogo Martinho Lutero também estavam sendo pressionados a abandonar a confissão de sua esperança. Ao invés de fazer isso, esses cristãos prepararam uma confissão de sua fé que se tornou conhecida como a Confissão de Augsburgo por ter sido apresentada na cidade de Augsburgo, diante do imperador e autoridades do império alemão, no dia 25 de junho de 1530. Essa Confissão apresenta a mesma verdade que a Carta aos Hebreus, ou seja, de que somos salvos gratuitamente, por causa de Cristo, mediante a fé.
Mesmo sendo ameaçados, os cristãos de 1530 se apegaram com firmeza à confissão dessa fé, porque confiavam na promessa de Deus de que esta é a verdadeira fé salvadora que livra do pecado, da morte e condenação eterna e dá, de graça, a vida com Deus para sempre.
Oremos: Senhor Deus, faze com que sempre nos apeguemos a essa esperança, pois sabemos que tu és fiel e tuas promessas são verdadeiras. Amém.