“Ó Senhor Deus, na minha aflição clamei por socorro, e tu me respondeste. ” (Jn 2.2)
Em meio às profundezas escuras do oceano, cercado pela vastidão do desconhecido, Jonas ergueu sua voz em desespero a Deus e foi ouvido. Ele clamou, não a um deus distante e indiferente, mas ao Senhor, seu Deus. No ápice da aflição, ele encontra um eco divino: “Ó Senhor Deus, na minha aflição clamei por socorro, e tu me respondeste” (Jn 2.2).
Quantas vezes nos sentimos submersos nas águas turbulentas da vida, cercados por ondas de preocupação e desespero? Não raras vezes, como Jonas, clamamos por ajuda na escuridão de nossas circunstâncias. E, assim como Jonas, descobrimos que há um Deus que ouve, responde e age.
Em meio à angústia, Deus não permanece indiferente. Ele se inclina para ouvir o clamor dos aflitos. A resposta divina não é um eco vago, mas uma presença real que está ao nosso lado nas profundezas de nossa vida. Jonas experimentou isso no ventre do peixe, e nós também podemos experimentar nos momentos de aflição.
Não importa o quão fundo afundemos, a mão estendida de Deus está sempre pronta para nos levantar. Ele não nos deixa entregues à nossa própria sorte. Ao contrário, ele nos responde, não com palavras vazias, mas enviando seu Filho, Jesus Cristo, para nos socorrer. Ele morreu, ficou três dias no coração da terra, e ressuscitou para nos resgatar das entranhas do pecado.
Lembremos de Jonas como alguém que descobriu que, na aflição, Deus ouve, responde e salva. Que possamos, como Jonas, confiar na resposta divina, sabendo que a salvação vem do Senhor.
Oremos: Ó Senhor Deus, na nossa aflição clamamos por socorro, confiantes em tua resposta graciosa. Somos gratos a ti pela certeza da tua presença e auxílio. Em nome de Jesus. Amém.
Adilson Giliard Magedans