“Deus viu o que eles fizeram e como abandonaram os seus maus caminhos.” (Jn 3.10)
No turbilhão de seus pecados, o profeta Jonas proclamou para o povo da cidade de Nínive: “Dentro de quarenta dias, Nínive será destruída!” (Jn 3.4). Surpreendentemente, a reação não é de desespero, mas de uma reviravolta transformadora de arrependimento. Diante da iminência da destruição, Nínive se volta para Deus e experimenta a misericórdia.
Deus não apenas viu o que o povo fez, mas percebeu o profundo arrependimento que brotou de corações humildes. O texto de Jonas diz: “Deus viu o que eles fizeram e como abandonaram os seus maus caminhos” (Jn 3.10). Em face do juízo, Nínive escolheu mudar seus caminhos. E Deus, em sua misericórdia, retirou a sentença de destruição.
Deus não apenas viu a mudança deles, mas também participou ativamente dela, afastando o juízo previamente anunciado. A história de Nínive nos lembra de que não estamos fadados ao destino que merecemos. Deus, em sua graça, dá espaço para o arrependimento, transformando o caos em conversão.
O poder do arrependimento é notável. Em nossas próprias jornadas, quando nos voltamos sinceramente para Deus, ele não apenas vê, mas responde com graça transformadora. Graças ao sacrifício de Cristo na cruz, não somos mais destinados ao juízo, mas recebemos nova vida e perdão.
Que possamos aprender com Nínive sobre o impacto do arrependimento. Em nossos dias de arrependimento, encontramos não apenas juízo, mas a misericórdia divina que, a partir da ação de Cristo, nos molda e nos guia para uma vida transformada.
Oremos: Ó Deus, que vê nosso coração arrependido, transforma-nos pela tua misericórdia. Que nossa vida reflita a gratidão pela tua resposta compassiva. Amém.
Adilson Giliard Magedans