Publicado em: 12 de janeiro de 2026
O batismo de Jesus

“Tu és o meu Filho querido e me dás muita alegria.” (Lc 3.22)

Deus apresentou ao mundo o seu “Filho querido” numa impressionante manifestação da Trindade: “E, quando Jesus estava orando, o céu se abriu e o Espírito Santo desceu na forma de uma pomba sobre ele. E do céu veio uma voz, que disse: ‘Tu és o meu Filho querido e me dás muita alegria’” (Lc 3.21-22).

Nesse evento singular, o humilde João Batista parecia destoar diante da glória do Deus Triúno. Ele se considerava indigno de desamarrar as sandálias de Jesus. Mesmo assim, ele recebeu a incumbência de batizar o Salvador. Apesar de ter sido o maior dos profetas, João Batista sabia o seu lugar. Sua pregação chamava todos ao arrependimento e os conduzia ao Salvador Jesus. Jesus era o centro da pregação de João.

Jesus não necessitava submeter-se ao batismo. Mas ele se deixou batizar a fim de se igualar aos demais e viver junto com as pessoas, tomar o lugar delas, e se mostrar humilde e compassivo. O justo assumiu o lugar do pecador para que os pecadores fossem perdoados e salvos. Embora santo e justo, íntegro e sem nenhum pecado, Jesus veio para o meio dos pecadores e entregou-se voluntariamente em favor deste mundo corrompido e mau.

Somente por meio de Jesus nos vem a boa notícia da salvação. Somente por meio de Jesus o céu se abre! Essa boa notícia não está na nossa capacidade de seguir leis de moralidade, na nossa religiosidade, na nossa capacidade intelectual ou nas nossas obras. Mas a salvação sempre foi e sempre será dádiva que o Filho querido de Deus nos deu ao assumir o caminho da cruz, da humildade, da igualdade para com o ser humano. Ele é o “Emanuel”, isto é, o “Deus conosco”!

Oremos: Querido Jesus, por meio de tua morte e ressurreição nos resgataste da condenação. Graças te damos por tamanho amor! Amém.

Alaor Güths dos Santos